domingo, 15 de maio de 2011

Imposto Simples Nacional ( Por: Yukio Takada e Marcelo Ferreira)



Super Simples

O Super Simples, ou Simples Nacional, é a nova forma de tributação das micro e pequenas empresas brasileiras. A princípio, a nova regra entrou em vigor a partir de 1º de julho de 2007 e as empresas teriam até o dia 31 de julho para regularizar sua situação, mas o governo acabou prorrogando por mais 15 dias, até 15 de agosto, o prazo. Além disso, no dia 8 de agosto, o Senado aprovou um ajuste nas tabelas de alíquotas do Super Simples para algumas categorias. Entre os grandes beneficiados pelas mudanças, já aprovadas pela Câmara dos Deputados e ainda sujeitas à sanção da Presidência da República, estão empresas como salões de belexa, lavanderias, hotéis e lava-rápidos, que corriam o risco de ter a carga tributária aumentada em até 300%. As novas tabelas devem ser disponibilizadas depois da sanção. Algumas empresas podem fazer migração automática, o que poderá ser consultada no site da Receita Federal. Para algumas empresas pode ser vantagem aderir para outras, não. A nova tributação faz parte do pacote da Lei Geral para as Micro e Pequenas Empresas, sancionada em dezembro de 2006.
Grosso modo, o Super Simples unifica tributações federais, estaduais e municipais e prevê isenções e reescalonamento de impostos, o que quer dizer diminuição de valores para alguns e aumento para outros. O governo já vem tentando unificar a administração tributária com a Super Receita, que une Receita Federal e Previdência Social, o que facilita a implantação do Super Simples.

Ficou mais simples?

Antes do Super Simples, boa parte das micro e pequenas empresas (MPEs) contava com o Simples (Lei nº 9.317/96). A maioria muda automaticamente para o novo sistema. Outros não terão mais o direito como, por exemplo, empresas de comunicação e boa parte das consultorias. Outras categorias como academias de artes marciais ou agência terceirizadas dos Correios entraram no Super Simples.
A princípio, o novo modelo vai diminuir também a carga tributária em cima das MPEs. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) fez um cálculo, tirando o ICMS (que vai variar de acordo com cada Estado). Segundo o Sebrae, as empresas com faturamento de até R$ 120 mil pagarão 2,75% da receita em tributos federais. No Simples, essa mesma empresa pagava de 3 a 5%. Além disso, o novo modelo traz facilidades tributárias para as exportações, por exemplo.
É importante, no entanto, que você faça seus cálculos com cuidado para ver se é mesmo vantagem entrar no novo sistema. Empresas que têm menos de 40% do orçamento comprometido com a folha de pagamento podem ficar em desvantagem se optar pelo Super Simples. Elas terão que calcular bem para saber se é vantagem aderir ao Super Simples ou não.

Quem se enquadra

A princípio, a maioria das Micro e Pequenas Empresas, que está dentro dos parâmetros da Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas, pode fazer parte do Super Simples.
Resumidamente, nesse grupo estão:
• microempresa - pessoa jurídica que fatura até R$ 240 mil ao ano
• pequena empresa - pessoa jurídica que fatura mais de R$ 240 mil até R$ 2,4 milhões ao ano
O Super Simples, no entanto, prevê também outros parâmetros, de acordo com o Produto Interno Bruto (PIB) Estadual. Assim:
• Estados (e seus respectivos municípios) com participação em até 1% do PIB (atualmente RO, AC, RR, AP, TO, MA, PI, RN, PB, AL, SE) poderão adotar o limite de R$ 1,2 milhão para as pequenas empresas;
• Estados (e seus respectivos municípios) com participação em até 5% do PIB (atualmente AM, PA, CE, PE, BA, ES, SC, MT, MS, GO e DF) poderão adotar o limite de R$ 1,8 milhão para pequenas empresas;
• Estados (e seus respectivos municípios) com participação acima de 5% do PIB (atualmente MG, RJ, SP, PR e RS) terão o limite de R$ 2,4 milhões para as pequenas empresas.
Esta limitação, no entanto, depende da regulamentação em cada um dos Estados. Alguns Estados já tem suas leis de incentivo a micro ou pequenas empresas, principalmente em relação ao ICMS, como Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. A adaptação vai depender do trabalho do Comitê Gestor de Micro e Pequenas Empresas.
Mesmo a empresa que está enquadrada na lei geral pode não ter direito ao Super Simples. As empresas que não poderão recolher na forma do Simples Nacional são:
Empresas que não têm direito
1 - que explore atividade de prestação de serviços de assessoria creditícia. Exemplo: factoring;
2 - que tenha sócio domiciliado no exterior;
3 - de cujo capital participe entidade da administração pública;
4 - que preste serviço de comunicação;
5 - que possua débito com o INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa;
6 - que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros;
7 - que seja geradora, transmissora ou distribuidora de energia elétrica;
8 - que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas;
9 - que exerça atividade de importação de combustíveis;
10 - que exerça atividade de produção ou venda, no atacado, de bebidas alcoólicas, cigarros, armas, bem como de outros produtos tributados pelo IPI com alíquota maior que 20% ou com alíquota específica;
11 - que preste serviços de cunho intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios;
12 - que realize cessão ou locação de mão-de-obra;
13 - que realize atividade de consultoria;
14 - que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis.
Alguns destes perfis, no entanto, podem se encaixar no Super Simples se a empresa obedecer alguns desses critérios:
Empresas que têm direito ao Super Simples
1 - creche, pré-escola e estabelecimento de ensino fundamental;
2 - agência terceirizada de correios;
3 - agência de viagem e turismo;
4 - centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga;
5 - agência lotérica;
6 - serviços de manutenção e reparação de automóveis, caminhões, ônibus, outros veículos pesados, tratores, máquinas e equipamentos agrícolas;
7 - serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores;
8 - serviços de manutenção e reparação de motocicletas, motonetas e bicicletas;
9 - serviços de instalação, manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática;
10 - serviços de reparos hidráulicos, elétricos, pintura e carpintaria em residências ou estabelecimentos civis ou empresariais, bem como manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos;
11- serviços de instalação e manutenção de aparelhos e sistemas de ar-condicionado, refrigeração, ventilação, aquecimento e tratamento de ar em ambientes controlados;
12 - veículos de comunicação, de radiodifusão sonora e de sons e imagens, e mídia externa;
13 - construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada;
14 - transporte municipal de passageiros;
15 - empresas montadoras de estandes para feiras;
16 - escolas livres, de línguas estrangeiras, artes, cursos técnicos e gerenciais;
17 - produção cultural e artística;
18 - produção cinematográfica e de artes cênicas;
19 - cumulativamente administração e locação de imóveis de terceiros;
20 - academias de dança, de capoeira, de ioga e de artes marciais;
21 - academias de atividades físicas, desportivas, de natação e escolas de esportes;
22 - elaboração de programas de computadores, inclusive jogos eletrônicos, desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante;
23 - licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação;
24 - planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas; desde que realizados em estabelecimento do optante;
25 - escritórios de serviços contábeis;
26 - serviço de vigilância, limpeza ou conservação.

Mesmo que a empresa esteja nessa última lista, é importante calcular ou pedir para o seu contador calcular direitinho e saber se realmente vale a pena aderir ao sistema. Outro detalhe: se a empresa tem uma atividade que pode ser contemplada no Super Simples e outra que não pode, ela fica sem o direito de inclusão no benefício.

Impostos aglutinados

O Super Simples unifica oito impostos:
• Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IPRJ)
• Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
• Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
• Contribuição para o Financimanto da Seguridade Social (Cofins)
• PIS/Pasep
• Contribuição para o INSS
• Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
• Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
É bom lembrar que estes dois últimos impostos são de responsabilidade dos governos estadual e municipal, o que, como já foi dito, vai depender de legislação específica para serem incluídos no Super Simples, apesar de alguns estados já terem essa legislação.
Além da unificação dos impostos, quem estiver no sistema não é obrigado a pagar contribuições instituídas pelas entidades de serviço social autônomo como Sebrae, Senac ou Sesc, além de contribuição sindical patronal ou qualquer imposto sindical previsto na CLT.
Outros impostos, no entanto, vão continuar a ser cobrados a parte, entre eles:
• Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF)
• Imposto de Importação
• PIS, Cofins e IPI na importação
• Imposto de Exportação
• Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural (IPTR)
• INSS relativo ao empregado e ao empresário
• Contribuição Provisória sobre a Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF)
• Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para os empregas
• ICMS e ISS em regime de substituição tributária e na importação.

Quanto eu vou pagar

A primeira grande mudança entre o Simples, de 1996, e o Super Simples, de 2007, é a base de cálculo das alíquotas do imposto. No modelo anterior, as empresas calculavam a alíquota do imposto em cima da receita bruta acumulada durante o ano em exercício. Ou seja, em maio daquele ano, a alíquota do imposto era calculada pela receita bruta desde janeiro. Agora, a porcentagem de imposto a pagar deve ser medida em cima da receita acumulada nos últimos doze meses. Ou seja, em maio, calcula-se a alíquota em cima da receita de junho de um ano a maio do ano corrente.
Tal medida já provoca uma certa controvérsia entre os contadores. Para alguns, essa medida aumenta o imposto a ser pago. Outros acreditam que a medida não implica necessariamente em aumento de imposto já que as alíquotas são diferentes do modelo anterior. Mais uma vez, cada caso é um caso e deve ser olhado de maneira particular.
As alíquotas do Super Simples serão medidas de acordo com o serviço e setor que a empresa está atuando. O que chamamos nos últimos parágrafos de receita bruta se refere à:
• revenda de mercadorias
• venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte
• prestação de serviços, bem como da locação de bens móveis
• venda de mercadorias sujeitas à substituição tributária
• exportação de mercadorias, inclusive as vendas realizadas por meio de comercial exportadora ou do consórcio previsto na lei geral
Comércio, indústria e serviços pagam impostos diferentes de acordo com o Super Simples. Além, obviamente, da variação de acordo com a receita, cada um tem uma tabela diferente, que aqui estão enumeradas de 1 a 5. Atenção: algumas empresas deverão usar mais de uma tabela.
Veja qual a alíquota da sua empresa:
• para o comércio, as alíquotas variam de 4 a 11,61%, conforme a tabela 1
• para indústria, as alíquotas variam de 4,5 a 12,11%, conforme tabela 2
Na área de serviços, há três tabelas diferentes:
• locação de bens móveis têm alíquotas entre 6 e 17,42%, conforme tabela 3
• as empresas que se enquandram nos itens 1 a 12 da lista do Super Simples, também pagam de 6 a 17,42% de receita, conforme tabela 3
• as empresas prestadoras de serviços que estão nos itens 13 a 18 da lista do Super Simples pagarão de 4,5 a 16,85% da receita, conforme tabela 4, além do INSS dos donos da empresa, que deve ser recolhido separadamente.
• as empresas prestadoras de serviços que estão nos itens 19 a 26 da lista do Super Simples terão alíquotas de 4 a 15% da receita, conforme tabela 5, mais o ISS, baseado na tabela 4
• as empresas que fazem serviços de transporte intermunicipal ou interestadual deverão obedecer as alíquotas da tabela 5. Apenas o ICMS deve ser calculado com as alíquotas da tabela 4
Lembre-se que a esses valores devem ainda ser somados outros impostos que não estão na alíquota Super Simples. Em alguns casos, pode haver subtrações, como as empresas que exportam e as que trabalham com produtos que têm substituição tributária, como, por exemplo, quem vende produtos como cervejas, refrigerantes, tintas etc.
A substituição tributária, a grosso modo, é um mecanismo tributário que possibilita o pagamento dos impostos de toda a cadeia produtiva e comercial de uma só vez por um dos integrantes da cadeia. Por exemplo, ao sair da fábrica, uma garrafa de refrigerante já paga o PIS, Cofins, ICMS não só dela mas do comerciante que vai vender o produto.
O Super Simples prevê que esses impostos sejam abatidos, assim como no caso da exportação, da tabela de impostos principal. Se parte da sua receita veio de exportações ou de substituição tributária, é possível subtrair os impostos que já foram pagos por outrem. Os impostos que podem ser substituídos são PIS, Cofins, ICMS e IPI.
Além de todos esses detalhes, é importante ficar atento se sua empresa não vai acabar ultrapassando os limites previstos na lei geral. Por exemplo, se a receita ultrapassar os R$ 2,4 milhões anuais, a parcela que exceder estará sujeita às alíquotas máximas de cada tabela, somando ainda mais 20%.

Apesar do nome, é fácil perceber que o Super Simples não é tão simples assim. A principal facilidade do sistema é a unificação dos impostos, mas a adesão ou não ao sistema vai depender de uma análise cuidadosa de sua empresa. Se ela, por exemplo, não for microempresa, é possível que não seja tão simples assim.

Por:

Yukio Takada
Marcelo Ferreira

sexta-feira, 11 de março de 2011

"Acesse um e leia dois": Nesta página, o internauta encontrará dois LINKs, correspondentes a uma parceria entre a agência noticiosa "Google News" e "Edson Paim Notícias", através dos quais poderá ler, diariamente, as últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, publicadas nessa dupla de sites que constituem um verdadeiro jornal diário



Este Blog estará sempre atualizado, qualquer que seja a data que aparece acima, pois a atualização ocorre automaticamente, nas respectivas fontes, inclusive nos momentos em que você o acessa ou esteja lendo.

Para você ler as notícias que são postadas nos últimos instantes, pelo Google News e por Edson Paim Notícias",  basta clicar nos seguintes LINKs:

http://news.google.com/ 

http://www.edsonpaim.com.br/    

As instruções acima seriam até desnecessárias,  pois já existe uma  maneira de acessar, todos os dias, Notícias publicadas pelo "Google News" e por "Edson Paim Notícias", clicando  nos respectivos LINKs, situados ao lado direito desta página.  

Mas esta redundância objetiva a maior visibilidade por parte do leitor.

A sequência dos LINKS é idêntica a observada acima: O primeiro é o da agência noticiosa "Google News", o segundo é o de "Edson Paim Notícias" e, eventualmente,  o terceiro  repete o de Edson Paim, enquanto não for substituido por um LINK de nível municipal, estadual, nacional ou internacional, pertinente com o nome do blog, formando assim, novas trincas de sites, aos quais aplicamos a designação de "THE THREE IN ONE POST".

De qualquer maneira, tanto as duplas como as trincas de sites (como ocorre em parte dos 600 Blogs que constituem o Painel do Paim), conduzem o leitor às últimas Notícias dos Municípios, dos Estados, do País e do Mundo, neles publicadas.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Gafe em novela da Globo reacende debate sobre mudança do nome de Mato Grosso do Sul

 
Vinícius Squinelo



Mais uma confusão envolvendo os nomes dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso causam revolta na população do estado de MS. No capítulo da última sexta-feira (21) da novela Insensato Coração, um diálogo entre as personagens Luciana (Fernanda Machado) e Pedro (Eriberto Leão) deu a entender que a cidade sul-mato-grossense de Bonito, a mais importante riqueza turística da região, ficaria no Mato Grosso.
A Fundação de Turismo do Estado enviou uma carta a Gilberto Braga, autor da novela da Rede Globo, pedindo “possíveis reparações, pois a cidade de Bonito está situada em Mato Grosso do Sul e não no Mato Grosso como deu a entender no diálogo”.
Não é a primeira vez que o autor Gilberto Braga troca as bolas com MT e MS. Em 2004, durante a novela Celebridade, a personagem de Malu Mader também iria para “Bonito, Mato Grosso”.
Ainda segundo a carta, assinada pela diretora-presidente de Turismo Nilde Brun, “essa informação equivocada gera prejuízos ao Estado e aos turistas que, mal informados, vão procurar a cidade de Bonito no Estado de Mato Grosso.”
Infelizmente, essa troca entre MS e MT não é incomum. Além de novelas, telejornais e até mesmo o então presidenciável José Serra (PSDB), durante campanha eleitoral de 2010, acabam se enganando com a geografia nacional. Porém essa confusão não fica só na revolta do sul-mato-grossense, o estado acaba também por perder dinheiro.
Sérgio Longen, presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de MS), acredita que um novo nome traria maiores investimentos para o estado.
“O turismo e todo setor econômico sofre com a constante confusão entre os dois estados. Se MS trocar de nome, teríamos como melhorias uma maior visibilidade, identidade”, afirmou Longen.
O representante ainda ressaltou que a indústria seria uma das maiores beneficiadas, e que todos os setores de produção ganhariam com a mudança.

Plebiscito
O deputado estadual Antônio Arroyo (PR) apresentou, no início de 2010, um Projeto de Lei estabelecendo as regras e normas para se fazer um plebiscito em Mato Grosso do Sul.
“Primeiro precisamos estabelecer as normas para realizar esse tipo de votação, para depois termos, provavelmente junto com uma eleição, o plebiscito que irá ver se a população quer ou não a mudança do nome do Estado”, afirmou o deputado.
Ainda segundo Arroyo, o projeto recebeu certa resistência ano passado. Porém o parlamentar garantiu que irá conversar com os novos e antigos deputados para aprovar a proposta.
Bom Blog Tour
Aquário natural, uma das riquezas naturais da cidade de Bonito, qie fica em Mato Grosso do Sul

O nome indicado por Arroyo, que é amplamente a favor da mudança, é Estado do Pantanal. A sigla era outro grande problema de propostas anteriores. Algumas autoridades queriam que fosse PT. Porém, essa nomenclatura poderia se associar ao Partido dos Trabalhadores.

“A sigla tem que ser PN, porque PA já é Pará, então a próxima letra é o N e não o T”, afirmou Arroyo.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Relatório do SNI diz que primeiro-secretário da ALMS “apoiava” corrupção desde 1988

Nicanor Coelho, de Dourados
 
A participação do deputado estadual Ary Rigo (PSDB) em esquemas de corrupção não está restrita apenas à revelada pelo vídeo onde fala de “repasse” de dinheiro da Assembleia Legislativa para o governador André Puccinelli, Tribunal de Justiça e Ministério Público.

Documentos do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações) catalogados no Arquivo Nacional em Brasília comprovam que Ary Rigo no ano de 1988 “apoiou” esquema de corrupção para a construção de uma creche no município de Sidrolândia.

Rigo que agora é o pivô de uma das maiores crises políticas vividas pelo estado de Mato Grosso do Sul desde a sua criação em 1977, em 1988 usou de sua “influência” como deputado estadual para impedir a publicação de reportagem no antigo jornal Diário da Serra sobre o episódio de corrupção na construção da creche.


A HISTÓRIA

Conforme os documentos em 1998, a Prefeitura de Sidrolândia foi agraciada com recurso, a fundo perdido, concedido pela Secretaria de Planejamento e Coordenação da Presidência da República, para a construção de uma creche no bairro São Bento.

Ao mesmo tempo, o então deputado federal Saulo Queiróz (PFL-MS) solicitou novos recursos, também a fundo perdido, estes do Fundec, administrado pelo Banco do Brasil, para aplicação na construção da mesma creche.

Uma denúncia foi feita na época por Brígido Ibanhes, funcionário do Banco do Brasil que, depois disso, conforme o documento do Arquivo Nacional passou a ser perseguido pelo gerente da agencia local do banco Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto, posteriormente nomeado prefeito da cidade de Mundo Novo.

O documento no SNI diz que “no dia 16 de julho de 86 a Secretaria Especial de Ação Comunitária (SEAC), ligada diretamente à Presidência da República, enviou oficio SEAC-CF 292/86 à Agência do Banco do Brasil de Sidrolândia, determinando a abertura de uma conta especial para o repasse de recursos previstos no Convênio 847/86 e em nome da Prefeitura daquele município.
Isto sem especificar as quantias do financiamento a fundo perdido e que eram destinadas à construção de uma creche na Vila São Bento. 

Assim, diante de tais recursos, João Lemes de Souza, prefeito municipal pelo PFL iniciou a construção da mencionada obra que, atualmente está concluída, tendo os trabalhos terminado há cerca de cinco meses”.

Logo depois destes fatos devido à atuação do deputado Saulo Queiróz, “com a interveniência de Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto, foi solicitada à Associação de Desenvolvimento Comunitário da Vila São Bento a apresentação de um Plano de Desenvolvimento Comunitário Integrado - PDCI”.

Neste “PDCI” foi especificada a construção de uma creche com 299,93 metros quadrados para atender trinta crianças, fornecimento de água tratada além de outras benfeitorias. Conforme os documentos ficou “estabelecido que o Fundo de Desenvolvimento Comunitário (FUNDEC), participaria com CZ$ (Cruzados) 2.768.376,00; o Governo do Estado com CZ$ 811.388,00; a Prefeitura de Sidrolândia contribuiria com a importância de CZ$ 203.000,00. Somente o PDCI foi assinado, não ocorrendo o mesmo com o contrato, o que possibilitaria a liberação dos recursos”.

Os documentos que estão em posse de Brígido Ibanhes dizem que “após isto ocorrido, a agência do Banco do Brasil propôs um novo projeto àquela associação agora com outras características que incluía a aquisição de equipamentos para maternidade e construção de creche no valor de CZ$ 3.545.946,00”. Este novo contrato não foi assinado já que a Associação comunitária contava com um novo presidente José Hauser que justificou sua atitude alegando “não pretender que a Associação se tornasse um meio de manobras escusas”.

Brígido Ibanhes, que era um dos líderes comunitários da Vila São Bento, por se opor à possível utilização indevida de verba do Fundec acentuou que chegou a receber proposta de suborno por parte do gerente da agência do Banco do Brasil Augusto Bernardo Guedes da Fonseca Neto. Segundo Brígido, o então prefeito chegou a propor que ele fosse candidato a vereador “já que o Fundec garantiria o lançamento de sua candidatura”.

Conforme os documentos do Arquivo Nacional, a creche da Vila São Bento foi construída com recursos da SEAC. Já os recursos vindos do Fundec, para a mesma finalidade só seria liberados se os membros da diretoria da associação de moradores concordassem em assinar o contrato. O documento salienta que “o Fundec foi instituído para beneficiar, exclusivamente, comunidades rurais carentes, com até 10 mil habitantes. O que não é o caso da Silva São Bento em Sidrolândia, já que a mesma está inserida dentro do perímetro urbano”.
Brigido Ibanhes conta no documento que está no Arquivo Nacional que no dia 28 de junho de 1988, já sofrendo ameaças veladas de sentido psicológico “sendo observado atentamente por desconhecidos perto de sua residência e ser perseguido por carro com chapa oficial da Prefeitura” resolveu denunciar os fatos à imprensa de Campo Grande. Brígido procurou o extinto jornal Diário da Serra onde houve pré-disposição para publicar a denuncia de corrupção na construção da creche.

Segundo dados que constam no documento, o então deputado federal Gandi Jamil “acompanhado de seguranças, esteve na redação do jornal onde interferiu para a não publicação dos fatos”.  Na página cinco do documento consta que “o deputado estadual Ary Rigo, do PFL-MS, na ocasião em que o deputado Gandi Jamil interferiu junto ao Diário da Serra para que as denúncias não fossem publicadas, telefonou ao jornal com mesmo objetivo”.

Na época, por conta da polêmica, o superintendente do Banco do Brasil, Syrlei Mendes Nogueira determinou a suspensão do processo entre o Fundec e a Associação de Desenvolvimento Comunitário da Vila São Bento e “um estudo mais detalhado” sobre o caso. Os fatos envolvendo a construção da creche foram publicados em 1988 apenas no jornal Centro Sul.

O documento do SNI conclui que, pelos fatos evidenciados, “fica caracterizada a tentativa de desviar recursos provenientes do Fundec” e encerra afirmando que “não estão claras as razões, que levaram os deputados Federal Gandi Jamil George e Estadual Ary Rigo, ambos do PFL, a interferirem pela não veiculação do episódio por parte do Diário da Serra”.


O SNI

O SNI (Serviço Nacional de Informações) foi criado pela lei 4341 em 13 de junho de 1964 pouco mais de dois meses depois do Golpe Militar com o objetivo de supervisionar e coordenar as atividades de informações e contrainformações no Brasil e no exterior.

Foram incorporados ao SNI na data de sua criação o SFICI (Serviço Federal de Informações e Contrainformações) criado em 1958 e a JCI (Junta Coordenadora de Informações) de 1959. O SNI foi extinto em 1990 e em seu lugar foi criada em 1999 no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Inteligência do MPE-MS investiga patrimônios de Osmar Jerônymo e Edson Girotto

Midiamax News
Celso Bejarano

 

 



O Daex (Departamento Especial de Apoio às Atividades de Execução), um dos setores da inteligência do Ministério Público de Mato Grosso do Sul examina uma pilha de papéis com a missão de apurar as supostas irregularidades nos patrimônios dos dois mais influentes secretários do governo de André Puccinelli, do PMDB.

A investigação, tocada a pedido da 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social e das Fundações, de Campo Grande, implica o secretário da Casa Civil Osmar Domingues Jerônimo e o ex-secretário de Habitação, hoje deputado federal eleito Edson Girotto, do PR.

A dupla atua ao lado de Puccinelli desde 1997, quando o peemedebista assumiu a prefeitura de Campo Grande pela primeira vez.

Na apuração preliminar, registrada sob o número 057/2009, assim aparece como motivo a análise dos documentos que afetam o chefe da Casa Civil do governo de Puccinelli, Osmar Jerônimo: “apurar eventual ato de improbidade administrativa por parte do Secretário de Estado de Governo, por ocorrência, em tese, de enriquecimento ilícito por parte do mesmo”.

A denúncia caiu na promotoria em novembro do ano passado por meio de uma carta anônima. Nela, é dito que Jerônymo e o deputado federal eleito, Edson Giroto, “possuem patrimônio incompatível com seus vencimentos”.

Quanto a Giroto, a denúncia narra que ele teria comprado uma fazenda em Rio Negro, município distante 100 km de Campo Grande, pelo valor de R$ 2 milhões e “procedido à transferência da escritura pública por R$ 200 mil”.

Já quanto a Jerônymo, a denúncia afirma que o chefe da Casa Civil aumentou em 908% o seu patrimônio e, para a promotoria, a fortuna em questão pode ter crescido por meio de lavagem de dinheiro.

O promotor de Justiça Alexandre Pinto Capiberibe Saldanha, que mexe na denúncia, está em tratamento médico em São Paulo e sua assessoria informou ontem que o telefone dele estava desligado. Ele retorna ao trabalho na sexta-feira.

Já a assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual informou que a investigação “segue no Daex”, mas que não poderia tratar do assunto com a imprensa porque é responsabilidade do promotor em divulgar detalhes do processo.

Um questionamento desejado pela reportagem: a razão da demora na apuração, já que a denúncia corre desde novembro do ano passado.

O Daex é composto por engenheiros, arquitetos, economistas, contabilistas e peritos, entre outros especialistas. Muitos deles são funcionários de carreira do MPE, contudo há casos que o profissional é cedido por entidades de classe.

Suspeita

O Midiamax teve acesso ao parecer do Daex acerca do histórico patrimonial de Osmar Jerônimo, que diz: “Diante do exposto, com base nas informações fornecidas nos Autos, pode-se afirmar que foi encontrada incompatibilidade entre as aquisições patrimoniais e os rendimentos auferidos pelo investigado nos anos de 2001, 2005, 2006, 2007 e 2008. Se considerarmos a Renda Líquida conjunta do casal, [a mulher de Jerônimo, uma magistrada, também teve as contas investigadas] bem como a Evolução Patrimonial, a incompatibilidade se revela nos anos de 2001, 2003, 2006, 2007, 2008”.

Note que as supostas irregularidades apontadas pelo Daex ocorrem em anos que Osmar Jerônimo era ora secretário do prefeito Puccinelli ora secretário do governador Puccinelli.

Procurado pela reportagem por meio do telefone celular, entre 11h e 11h30 minutos desta manhã, o deputado eleito não atendeu as chamadas nem retornou o recado deixado na secretária eletrônica do aparelho até a publicação deste material.

Edson Giroto obteve 147 mil votos e conquistou o título de campeão de votos na disputa por vaga na Câmara Federal.

Já o telefone de Jerônimo estava desligado.

O governador André Puccinelli, assim que soube da denúncia, pediu que o caso fosse apurado. Contudo, ele manteve os secretários em seu governo.



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14h50 Puccinelli se ‘auto-intima’ para escapar de oficial de Justiça em eventos públicos
12/11/2010
14h40 Alunos vendem “rifa” para pagar dívida de escola mantida pela Prefeitura de Dourados
10h12 Campanhas caras mantêm veteranos na ALMS; saiba quanto gastou cada deputado eleito
11/11/2010
19h10 TCU vê indícios de superfaturamento em obra tocada pelo DNIT em Mato Grosso do Sul
08h18 Após 72 dias calado, Artuzi depõe agora no TJMS sobre esquema de corrupção da Owari
10/11/2010
18h18 Artuzi deve prestar depoimento sobre operação Owari
09/11/2010
11h27 Comitê Popular pede cassação dos 11 vereadores de Dourados indiciados pela PF
07/11/2010
14h29 Investigada por fraude em licitações, empreiteira vence disputa em Dourados
05/11/2010
18h20 Rombo provocado por quadrilha de Artuzi pode ter atingido a cifra de R$ 35 milhões
10h36 Giroto, do PR, recebeu mais dinheiro de André do que todos os candidatos do PMDB juntos
04/11/2010
11h50 Campanha eleitoral de Ary Rigo recebeu doações de Puccinelli e até de Artuzi
02/11/2010
20h45 Giroto, ex-secretário de Obras, tem campanha bancada por empreiteiros e dinheiro de André
10h12 Eleitores que deixaram de votar elegeriam em MS 10 deputados estaduais e 5 federais
28/10/2010
09h09 Oficiais não teriam encontrado Puccinelli e Giroto; ex-deputado ameaça acionar o CNJ
21/10/2010
08h01 Tribunal de Contas multa Giroto por licitação e contrato irregulares com empreiteira
05/10/2010
08h49 Puccinelli recompõe alto escalão do governo com nomes derrotados nas urnas ou investigados
04/10/2010
11h21 Nome suspeito de lavagem de dinheiro permanece no 1º escalão do governo
11h21 Nome suspeito de lavagem de dinheiro permanece no 1º escalão do governo
03/10/2010
20h10 Metade dos campeões de votos para deputado federal são estreantes
01/10/2010
12h09 Escutas da PF revelam suposto "QG" do esquema de desvio de dinheiro público através de empreiteiras
14h14 MPE investiga Osmar Jerônymo, braço forte de Puccinelli, por suposta lavagem de dinheiro
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30/09/2010
17h12 Puccinelli e Girotto seriam os donos da CGR, empreiteira que domina as obras no Estado
17h12 Puccinelli e Girotto seriam os donos da CGR, empreiteira que domina as obras no Estado
28/09/2010
22h47 Debate: Nei Braga pergunta a André sobre probidade administrativa
21h24 Suspeitas sobre escândalo marcam debate entre candidatos ao Governo de MS na TV
13h09 Por CPI, manifestantes contra a corrupção ameaçam acampar no prédio da Assembleia Legislativa
10h40 Manifestantes são recebidos pelo presidente da Assembleia
09h56 Governistas fogem de protestos e encerram sessão em 8 minutos. Manifestantes querem CPI
09h40 André apresenta quarta tentativa de explicação para escândalo de propinas em MS e coloca aliados na mira
08h32 Câmara vota comissão para cassar mandato de Artuzi
13h09 Ex-deputado desafia MPE a não prescrever ‘de novo’ suposto crime praticado pelo governador
27/09/2010
12h27 Manifestantes ocupam centro contra corruptos e exigem que suspeitos deixem cargos; veja vídeo
10h40 Entidades civis e sindicatos promovem manifesto no centro de Campo Grande
10h32 OAB discute comissão para acompanhar caso de corrupção
10h02 Funk "Fora Ari Artuzi e seu bando de ladrão" faz sucesso nas redes sociais e em Dourados
09h18 Políticos tentam esconder Rigo, mas há poucos dias eram só elogios. Assistam aos vídeos!
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26/09/2010
16h57 Folha inclui Puccinelli entre "governadores na berlinda" junto com Arruda, Pedro Paulo, Gaguim
25/09/2010
16h00 Estudantes protestam em Nova Andradina contra a corrupção
13h01 Protestos paralelos chamam atenção na caminhada do PMDB
07h50 Escândalo no Parque dos Poderes: Puccinelli mente sobre devolução de R$ 2 milhões
24/09/2010
18h47 Polícia transfere prefeito Artuzi de cadeia por supostas ameaças de morte
17h57 Associação de membros do MPE critica "abutres" da política
17h49 Desembargador do TJ derruba liminar e mantém segredo nos processos da Uragano
25/09/2010
07h45 "Barão da merenda" preso em SP tem negócios com a prefeitura de Campo Grande
24/09/2010
17h01 OAB nacional quer investigação das denúncias de corrupção
20h30 Em Brasília, ex-prefeito protocola pedido de intervenção federal e solicita prisão de Puccinelli
12h00 MPF apura se esquema relatado por Rigo desviou verbas federais
09h30 Papéis contradizem versão de Puccinelli, afirma Estadão
08h04 Manifestantes vão ao MPF pedir rigor em investigações
23/09/2010
20h13 OAB quer acompanhar investigações sobre denúncias de corrupção
19h07 Manifesto contra a corrupção será feito amanhã em frente ao MPF
17h00 Coligação de Puccinelli tenta impedir na Justiça protestos contra a corrupção no Parque dos Poderes
15h53 MPE investiga ex-procurador-geral de Justiça de MS
19/09/2010
21h00 Valter Pereira diz que André não tem lado e não se pauta pela ética e nem pelo respeito a compromissos
08/09/2010
17h35 Operação Vintém: Puccinelli Jr. depõe por duas horas e se cala no final
09h00 Semy Ferraz: ex-deputado aguarda punição de envolvidos em fraude caluniosa
19/08/2010
18h09 Ex-mulher de empreiteiro revela suposto esquema que respinga no governador
11/02/2010
09h16 Procurador-geral de Justiça ensaia retorno aos trabalhos
11/03/2008
 
12h04 Jerônymo continua a vistoriar obra; presos querem trabalho


Comentários (7)

07/12/2010 18:55
regina brito
reginabrito@hotmail.com
para que divulgam isto e sai todos esses escandalos e ninquem faz nada PF,CNJ,STJ,isto esta so desmoralizanda vcs ainda mais cada vez mais.porque todo mundo ja sabe que nao vira em nada e a desmorilazaçao de todos e enorme ridiculo.vao devolver o dinheiro que roubaram?e por na cadeia se fosse em outro pais

07/12/2010 18:07
glauber
glauberklein@hotmail.com
Que bandalheira esse time do Puccinelli heim, será que serão mesmo investigados e punidos...que novidade, conta outra.

07/12/2010 16:27
claudio
claudio_ms1@hotmail.com
o MPE e muito competente no e espero que tirem esses ladrões do dinheiro público e lógico além de giroto e osmar tem o governador que deve estar junto com esses malefélicos que ja devia estarem presos no presidio federal sem direito a ver pessoas pelo menos uns 50 anos.

07/12/2010 16:06
Edgar
hp.moreno@uol.com.br
Essa investigação do MPE sobre denúncia de enriquecimento ilícito de Osmar Jerônimo e Edson Girotto não vai dar em nada.O chefe do MPE foi recentemente nomeado pelo André Puccinelli e esses dois indivídiuos são pupilos do governador.O chefe do MPE deve favor político ao governador por sua nomeação, e o gevernador não que que aconteça nada de mau aos seus pupilos.O que achama que vao dar? NADA!

07/12/2010 15:38
Marco Polo
m_polo@gmail.com
Tornou-se hábito, pelo menos uma vez na semana estoura mais um escândalo envolvendo figurinhas carimbadas neste Estado. Ah! como seria bom se tivéssemos vivendo num país sério, onde a lei, VERDADEIRAMENTE, valesse igualmente para todos os seres mortais......
07/12/2010 15:08
Felipe
felipaocgms@gmail.com
Quem vai investigar?? o MPE?? não irá encontrar nada, quer achar coisas erradas somente com o MPF E PF caso contrário é fazer novamente o povo de otários.

domingo, 28 de novembro de 2010

FALTOU COMIDA, em 2009, para mais de 11 milhões de brasileiros

Em 2009, quase 6% da população brasileira passou fome por não ter recursos suficientes para comprar comida.


Apesar de representar uma melhora em relação aos 8,2% de 2004, significa que 11,2 milhões de pessoas viviam em situação de insegurança alimentar grave no país, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatística (IBGE). Cerca de um milhão delas eram crianças de zero a quatro anos.

O conceito de insegurança alimentar grave, usado na pesquisa, significa que a falta de recursos para comprar alimentos acaba afetando até as crianças, que sofrem uma ruptura nos padrões de alimentação ou até a redução da quantidade de alimentos consumidos. A situação também ocorre quando algum indivíduo da família, seja ele criança ou não, fica o dia inteiro sem comer por falta de dinheiro para comprar comida.

Para obter os resultados, o IBGE aplicou um questionário com 14 perguntas aos domicílios entrevistados para a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Os moradores eram requisitados a responder às questões com base na experiência dos três meses anteriores à pesquisa.

Apesar de indicarem que o direito à alimentação adequada, previsto na Constituição, ainda não é integralmente respeitado no país, os dados revelam uma melhora em relação a 2004, data da realização da primeira edição da pesquisa.

65,8%

dos brasileiros foram considerados em segurança alimentar, ou seja, sem preocupações com o acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente.

20,9%

apresentaram insegurança alimentar leve, o que significa que ou eles ficaram com medo de que a comida acabasse antes de terem dinheiro para comprar mais ou tiveram uma alimentação de pior qualidade como forma de garantir o abastecimento na quantidade necessária.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Dilma deve criar só 1 ministério, diz presidente do PT: o da Micro e Pequena Empresa

G1/LH

O presidente do PT e um dos coordenadores da equipe de transição, José Eduardo Dutra, afirmou nesta quinta-feira (18) que a presidente eleita, Dilma Rousseff, deve criar apenas mais um ministério na sua administração. A pasta a ser criada será a da Micro e Pequena Empresa, mencionada por Dilma durante a campanha.

Nesta quinta (18), Dutra se encontrou com integrantes da bancada do PT do Senado

Questionado se, diante da pressão dos aliados por espaços, haveria a intenção de criar novos ministérios, Dutra descartou.

“Essa não é a intenção da presidente. Durante a campanha, ela já propôs criar um novo ministério que é o da Micro e Pequena Empresa e isso não é em função da acomodação de aliados, mas porque se constatou no programa que é fundamental esse ministério”.

Dutra destacou que o governo Dilma será “plural” e que os aliados serão contemplados na nova administração. “Da mesma forma que o governo Lula é plural e tem a participação de diversos partidos o mesmo deve acontecer e todos serão contemplados”.

O presidente do PT disse não ter informações sobre a nomeação de qualquer ministro. Questionado especificamente sobre a permanência de Guido Mantega na Fazenda, Dutra também disse não saber. “A Dilma é que vai definir os nomes e o tempo de fazer o anúncio”.